El Niño — fenômeno climático que afeta as lavouras
Fenômeno ativo

El Niño: o desafio climático que transforma a agricultura

O aquecimento anômalo do Oceano Pacífico gera disrupções severas nos ciclos de chuva, temperatura e rendimento das colheitas em toda a América Latina.

O Fenômeno

O que é El Niño e por que afeta suas colheitas

Aquecimento do Pacífico

A temperatura superficial do Oceano Pacífico tropical sobe entre 0,5°C e 5°C, alterando os padrões de chuva e temperatura em toda a região.

Disrupção do ciclo hídrico

As zonas normalmente chuvosas secam. As áridas recebem precipitações extremas. Os padrões agrícolas conhecidos deixam de ser confiáveis.

Estresse abiótico intensificado

Calor extremo, seca e excesso de umidade atingem simultaneamente, disparando o estresse abiótico e reduzindo o rendimento da colheita.

Ciclos de 3 a 7 anos

O fenômeno se repete de forma irregular, com duração de 9 a 24 meses. Seus efeitos no solo e na colheita persistem mesmo após seu término.

Impacto Regional

Como o El Niño afeta cada região

Escolha sua região

Toque numa região para ver como ela é afetada

Peru

Manga · Uva · Mirtilo · Aspargo

Peru

0 mesesde máxima probabilidade de El Niño Costero extraordinário, de setembro a janeiro (ENFEN)

O ENFEN mantém o alerta e prevê que o evento continue até meados do outono de 2027. Na costa norte espera chuvas acima do normal, com episódios de intensidade moderada a forte a partir de novembro — zona-chave para a manga, a uva e o mirtilo de exportação.

Fontes: Comunicado Oficial ENFEN N.º 16-2026 (14 set 2026) · Decreto 0802 de 2026, UNGRD · IDEAM · Monitor de Seca do México, CONAGUA (31 ago 2026) · Oxfam e Ação contra a Fome (ago 2026) · IMEA (set 2026)

Foco Brasil

Um fenômeno, três Brasis

O El Niño não atinge o Brasil de um único jeito. No Sul traz mais chuva e uma safra maior; em Mato Grosso corta as chuvas antes do tempo e reduz a produtividade; no Norte e Nordeste diminui as chuvas por meses. Três regiões, três manejos diferentes.

Sul — RS, SC, PR

Mais chuva, safra maior

Soja · Milho · Arroz · Trigo

0,00 mi t

de soja projetadas no Rio Grande do Sul para 2026/27, ante 18,34 mi t do ciclo anterior (Emater/RS)

Aqui o El Niño soma: a produtividade projetada passa de 2.735 para 3.183 kg/ha, 16,4% a mais, com área ligeiramente menor. O risco não é a safra, é o manejo: solos encharcados, janelas de aplicação mais curtas e maior pressão de doenças.

Centro-Oeste — Mato Grosso

Chuvas que param antes do tempo

Soja · Milho safrinha · Algodão

0 mi ha

de soja projetados em Mato Grosso, o maior produtor do Brasil (IMEA)

O IMEA projeta 5,4% menos produtividade e uma safra próxima de 49 mi t. Segundo o instituto, em anos de El Niño as precipitações cortam prematuramente na região central e a janela de chuvas encurta, o que aperta o plantio do milho safrinha. O próprio IMEA ressalta que os problemas serão concentrados, não generalizados.

Norte, Nordeste e Matopiba

Menos chuva por meses

Soja · Milho · Café · Cana

0 meses

de chuvas reduzidas na Região Norte, de junho a março (Nota Técnica INPE, INMET, FUNCEME e CENSIPAM)

A mesma nota prevê menos chuva no norte do Nordeste entre abril e junho, e condições mais secas na primavera em Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Bahia. Em 2015, ano de El Niño, a seca elevou o risco de incêndio em áreas agrícolas do leste e sul da Amazônia.

O panorama nacional

A Conab projeta uma safra recorde de soja de 181,64 mi t para 2026/27, mas com apenas 0,7% de crescimento. A área sobe 1,4%, o menor avanço percentual em 20 anos, e a produtividade cairia por dois motivos: a base alta de comparação de 2025/26 e o risco climático do El Niño.

Fontes: Conab (15 set 2026) · IMEA via Reuters (11 set 2026) · Emater/RS (set 2026) · Nota Técnica El Niño 2026 do INPE, INMET, FUNCEME e CENSIPAM (abr 2026)

Onde o Haddak entra

O Haddak atua sobre a resposta da planta ao estresse, não sobre a causa climática. Seus polifenóis e glicina betaína protegem o metabolismo da cultura quando as condições se tornam adversas, seja por um golpe de calor num veranico do Matopiba ou por temperaturas altas entre chuvas no Sul.

O que ele não faz: o Haddak não drena um solo saturado nem substitui o manejo fitossanitário. No Sul, a alavanca principal continua sendo a estrutura do solo e a atividade radicular; o Haddak acompanha protegendo a planta do componente térmico.

Haddak
A solução Innovak

Haddak Plus®: bioestimulação específica para o estresse abiótico

Desenvolvido com tecnologia PFenergy®, o Haddak Plus® ativa os mecanismos naturais de defesa da planta contra condições climáticas extremas. Reduz os danos por seca, calor e excesso de umidade, mantendo o rendimento da colheita.

  • Ativa a produção de proteínas de choque térmico (HSP) para maior tolerância ao calor
  • Reduz a perda de água por transpiração em condições de seca
  • Melhora a eficiência do uso da água disponível na planta
  • Compatível com qualquer programa de fertilização e nutrição
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